Tipos de Conectores
Teclados com Conectores DIN 5 Pinos
Em placas-mãe mais antigas – padrão AT, podemos encontrar o conector de teclado DIN de 5 pinos (popularmente chamado de “plugue grande”). Não significa necessariamente que uma placa-mãe que seja AT apenas tenha esse tipo de conector. O padrão 5 pinos foi um dos primeiros a serem utilizados e foi mais amplamente empregado a partir da década de 80. Genericamente esses conectores não apresentam algum padrão de cores, mas atualmente a cor lilás está associada ao teclado. Contudo, esses conectores DIN 5 Pinos não precisam de identificação por cores, pois é impossível de confundir o usuário mais leigo possível quando for conectá-lo no computador
Teclados com Conectores PS/2
Podemos observar nas placas-mãe lançadas recentemente, que todas elas já se adequaram ao padrão PS/2 - Personal System/2, que no português significa Sistema Pessoal/2 e também conhecidos como Mini-DIN. Esse PS/2 foi um sistema de computador pessoal criado pela IBM em 1987, que possuía uma série de particularidades e vantagens em relação ao PC normal: hardware homologado e todos os drivers escritos pela IBM, além de um sistema operacional próprio, o OS/2. Se tem dito que por este motivo a IBM deixou de lado o padrão DIN 5 Pinos e adotou o Mini-DIN apenas para diferenciar e evitar que seus usuários conectassem o teclado de micros padrão AT (DIN) em seus novos modelos. No entanto o PS/2 era incompatível com alguns hardwares com os antigos PC, XT e AT.
Portanto atualmente já há uma maior preocupação com a diferenciação por cores, uma vez que os conectores do mouse PS/2 tem o mesmo formato dos de teclado e já padronização dos conectores PS/2 nos PC’s, portanto de acordo com a especificação PC-98, foi atribuída a cor lilás para os conectores de teclado, seja fêmea ou macho. Mas nem sempre essa especificação é respeitada. Os conectores PS/2 tem 6 pinos tem uma leve semelhança com os DIN 5 Pinos, só que são bem menores.
A vantagem desse conector em relação o DIN é que você pode desconectar o teclado a qualquer momento, e posteriormente conectar novamente que o Sistema Operacional vai detectar o dispositivo que estará pronto para ser usado sem qualquer problema, ao contrario do outro tipo que é necessário reinicializar o sistema novamente e ainda correr o risco de queimar o conector fêmea na placa-mãe.
Mouse Serial
Apesar do seu uso ter se iniciado em micros bem mais antigos, qualquer placa-mãe, seja AT ou ATX já vem com um conector para mouse serial, o conector DB-9 Macho (9 pinos), que serve também para conectar outros dispositivos. Mas com o tempo esses conectores caíram em desuso, sendo utilizadas somente em alguns raros casos com dispositivos mais antigos ou específicos. Deve-se ter um certo cuidado com o mouse Serial, pois podemos danificar o circuito do conector serial na placa-mão no caso de desconectar o mouse com o micro ligado. Além disso, o Sistema Operacional não irá reconhecer novamente, caso seja conectado depois, portanto o sistema deverá ser reinicializado.
Mouse PS/2
Mouses nesse tipo de especificação não possuem uma grande diferença com o PS/2 para teclado, somente sendo distinto na cor – verde, mas nem sempre essa recomendação é seguida, como no caso da figura 10. Todavia, não há problemas em relação a conectar e desconectar da placa mãe. Assim como em todo equipamento, temos que ter os cuidados de manuseio, pois se quebrarmos alguns dos pinos fica praticamente impossível de se recuperar o dispositivo, ainda mais se um desses pinos ficar alojado no conector da placa-mãe.
Conectores USB
Os conectores USB – Universal Serial Bus (Barramento Serial Universal) é a tecnologia de conectores recente mais acessível aos usuários comuns. Esse tipo conta também com o principio Plug ‘n Play (PNP) que no português poderia expressar “Ligar e usar”, pois basta conectar na placa mãe ou em qualquer equipamento com as entradas USB e já é reconhecido pelo sistema sendo automaticamente configurado para que ele funcione sem entrar em conflito com outros dispositivos. Podemos plugar e desplugar sob qualquer circunstância. Há uma inúmera gama de dispositivos nos quais podemos contar com os conectores USB, dentre eles o mouse e teclado. Num primeiro momento não há necessidade de qualquer tipo de instalação de driver ou software para que ele funcione, salvo alguns casos específicos. Não há problemas em usar um mouse e teclado numa mesma máquina ao mesmo tempo, a menos que não haja portas USB disponíveis. Dispositivos USB são muito eficientes no que diz respeito ao suporte por parte de sistema operacional, pois pode diferenciar a classe do dispositivo (armazenamento, vídeo, som), supre as necessidades de alimentação elétrica, caso não disponha de um sistema elétrico próprio. Alem de outras aplicações mais técnicas.
Mouse e Teclado Wireless
O termo Wireless (wire - fio e less – falta/sem) indica dispositivo sem fio. A vantagem já está bem explicita: não há preocupação com os fios do mouse e/ou teclado. Porém, funcionando a pilha, o desgaste da mesma é inevitável, tornando freqüente a troca das pilhas, a menos que sejam recarregáveis. Enfim, um dispositivo wireless não possui fios, mas tem um aparelho, como um decodificador ligado a uma porta USB, por exemplo, que faz a comunicação entre os dispositivos por sinais rádios, ou infravermelhos. A freqüência que eles trabalham não interfere em outros equipamentos e tem uma certa distância que ele torna-se inoperante, mas é apenas um detalhe, pois não fará diferença no uso em algum computador numa mesa de escritório ou residência quaisquer que sejam.
Adaptadores
Como o principio dos conectores DIN – PS/2 e Serial – PS/2 não varia muito, podemos usar um adaptador para os casos que sejam necessários. O mesmo caso se aplica aos adaptadores USB para os demais conectadores.
